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Fumar
/ Grandes Marcas de Charutos
Apresentamos
aqui dez marcas que
são sucesso absoluto entre os charuteiros
Em
alguns casos, pode haver duplicidade de marcas: em 1959, Cuba sofreu
a revolução comunista de Fidel Castro e muitas fábricas foram nacionalizadas.
Mestres charuteiros fugiram então para lugares como Honduras e
República Dominicana e continuaram a produzir charutos utilizando as mesmas
denominações comerciais.
Arturo
Fuente
Bolivar
Cohiba
Davidoff
Hoyo de Monterrey
Macanudo
Montecristo
Partagas
Punch
Romeo y Julieta
Arturo
Fuente
Bastante apreciada pelos norte-americanos pela sua relação custo-benefício,
seus charutos são feitos de tabaco de Santiago. A primeira fábrica nasceu
na Flórida, em 1912, e estabeleceu-se na República Dominicana, onde tem
4 unidades. A Arturo Fuente, ainda comandada pela família Fuente,
é uma das maiores produtoras de charutos feitos à mão.
Formatos: mais de 40, entre eles Chateau Fuente Robusto (em vários
tamanhos), Churchill, Double Chateau Fuente (corona gorda), Hemingway
Signature (corona gorda), Petit Corona, Rothschild (robusto), Spanish
Lonsdale (lonsdale).
Bolivar
Lançada em 1927, só foi bem difundido no início dos anos 50. Tem
como característica principal o sabor forte. Com modelos clássicos, tem
como destaque o Belicoso Fino, com
14 cm de comprimento e 2,06 cm de diâmetro. Seu nome homenageia Simón
Bolivar, revolucionário venezuelano que “libertou” países latinos
da dominação espanhola (séc.19).
Formatos: Belicoso Fino (belicoso), Bonitas (petit corona), Corona,
Corona Extra (corona gorda), Corona Gigantes (churchill), Corona Junior
(trés petit corona), Gold Medal (lonsdale), Inmensa (lonsdale),
Palmas (panatela), Petit Corona, Royal Coronas (robusto), entre
outros.

Cohiba
Grande marca mundial. Inicialmente produzida para Fidel Castro,
foi durante muito tempo sua exclusividade. Até 1982, só os presenteados
pelo líder cubano degustavam o charuto. Depois, começou a ser vendido.
Tornou-se marca da reestruturação da indústria cubana de charutos
pós-revolução. Criado em 1966, seu nome vem das folhas de tabaco enroladas
que os primeiros indígenas fumavam. Atualmente é um dos charutos
mais falsificados entre as grandes marcas. Um toque especial vem
da fermentação tripla, só encontrada no Cohiba.
Fomatos: Corona Especial (panatela), Esplendidos (churchill), Exquisitos
(panatela), Lancero (panatela larga), Panatela, Robusto, Siglo I (trés
petit corona), Siglo II (petit corona), Siglo III (corona), Siglo IV (corona
gorda) e Siglo V (lonsdale).
Davidoff
Depois de algum tempo fora do mercado por conta da disputa com
a Cubatabaco, (a companhia estatal cubana de tabacos, atual Habanos S.A),
os charutos Davidoff estão hoje entre os mais vendidos nos EUA. Zino
Davidoff, um suíço expert em charutos, foi à Cuba em 1967 para representar
os charutos cubanos no mundo. Tentou comprar a Cohiba, mas só conseguiu
distribuí-lo. Em novembro de 1990, os Davidoff passaram a ser produzidos
na República Dominicana por Hendrik Kelner, conquistando os norte-americanos.
Formatos: 2000 (petit corona), 4000 (corona), 5000 (corona gorda),
Aniversario Nº 1 (double corona), Aniversario Nº 2 (churchill), Double
R (robusto), Grand Cru Nº 1 (lonsdale), Grand Cru Nº 2 (corona), Grand
Cru Nº 3 (petit corona), Grand Cru Nº 4 (petit corona), Special R (robusto)
e Special T (torpedo).
Hoyo
de Monterrey
Lançado em 1865 pelo espanhol José Gener, de Tarragona. Em
1860, ele adquiriu uma vega (plantação de tabaco) em San Juan y Martinez
chamada Hoyo de Monterrey, que deu nome à marca. Uma das fábricas mais
antigas de charutos (além do Hoyo de Monterrey, também criou a extinta
La Escepcion). Por seu sabor suave, é aconselhável aos charuteiros
iniciantes. O tipo mais apreciado pelos fumadores é o Hoyo de Monterrey
Epicure Nº 2, por muitos considerado o melhor do mundo.
Formatos: Churchill, Corona, Double Corona, Epicure Nº 1 (corona
gorda) e Nº 2 (robusto), Longos (panatela) etc.

Macanudo
Possui sabor suave e intensidade mediana, agradável para iniciantes.
A suavidade adicional é adquirida pelo duplo envelhecimento das capas,
cultivadas em Connecticut (EUA). Feito na Jamaica e na República Dominicana,
sendo a primeira a maior produtora (90%). A linha Macanudo Vintage,
produzida das melhores safras, tem preços altos.
Formatos: Baron de Rothschild (lonsdale), Crystal (lonsdale), Duke
of Windsor (belicoso), Duke of Devon (corona), Hyde Park (robusto) , Portofino
(panatela), entre outros.
Montecristo
Uma das marcas cubanas mais vendidas. O modelo Montecristo
Nº 4 representa, atualmente, 1/5 das exportações cubanas de charutos.
Outro formato bem conhecido é o Torpedo Montecristo Nº 2, com sabores
mais acentuados e próprios para apreciadores. O charuto Montecristo surgiu
da união de Alonso Menendez a José Garcia, que formou a sociedade
Menendez, Garcia e Cia e criou a marca Particulares. Este
foi o caminho para o surgimento do Montecristo, em 1935, especialmente
para a venda no mercado exterior. O sucesso foi tanto que, em 1936,
eles venderam a Particulares a Cifuentes y Cia, proprietária da marca
Partagas, e adquiriram a companhia H. Upmann.
Formatos: Nº 1 (lonsdale), Nº 2 (torpedo), Nº 3 (corona), Nº 4
(petit corona), Nº 5 (trés petit corona), além dos tubos (corona).

Partagas
Criado por Jaime Partagas, a marca tem 160 anos de vida e é a mais
popular de Cuba. Depois do assassinato do fundador, em 1890, seu filho
não conseguiu administrar a produção e vendeu a marca para os Cifuentes.
Tempos depois, a General Cigar adquiriu os direitos de Ramón Cifuentes.
Atualmente, é produzido tanto em Cuba quanto na República
Dominicana. Sua fábrica, no centro de Havana, permite a visitação
do público.
Formatos: entre os cubanos, Lusitanias (double corona), Churchills
de Luxe (churchill), Partagas série D Nº 4 (robusto), 8-9-8 (lonsdale);
Aristocrat (belicoso) 8-9-8 (lonsdale), Robusto, Sabroso (corona), Nº
2 (corona), Nº 10 (doublé corona), entre outros (dominicanos)
Punch
A cubana Punch marca presença pela força nos seus sabores. Seus
charutos são produzidos em Cuba e Honduras. A fábrica cubana, fundada
em 1840 por Manuel Lopez, visava o mercado inglês. O nome da marca foi
inspirado em uma revista inglesa de humor e está mais associado
a Fernando Palacio, que popularizou o Petit Punch (tamanho meia-corona).
Já os Punch hondurenhos foram originalmente manufaturados em Tampa
(Flórida, EUA) e transferidos para Honduras (em 1969). Os destaques são
o Punch Double Corona e o Punch Churchill, considerados entre os
melhores do mundo. Há também o Corona Gorda Punch Punch, um clássico
da marca.
Formatos: Churchill, Corona, Double Corona, Punch Punch (corona
gorda ), todos cubanos.

Romeo
y Julieta
Uma das marcas que possui grande variedades de charutos:
51 tipos. Produzidos em Cuba e na República Dominicana, a marca
foi fundada em 1903 pelo espanhol dom Inocencio Alvarez, conhecido
como don Pepín. Os dominicanos, mais suaves, são cuidadosamente
confeccionados por Benjamin Menendez, da Manufactura de Tabacos S.A. O
tipo mais consumido é o Romeo y Julieta Churchill – homenagem a
Winston Churchill, grande aficcionado. O problema em relação à grande
diversidade de charutos é que nem todos têm a mesma qualidade.
Formatos: Belicoso, Churchill, Coronas Grandes, Exhibición Nº 4
(robusto), cubanos; Churchill, Rothschild (robusto), todos dominicanos
(entre outros).
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Cognac Henessy
XO 700ml |
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Charutos
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The Cigar Connoisseur
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Pequeno Livro do Charuto, O |
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